domingo, 22 de setembro de 2013

Tecnologia em sala de aula 


O uso das tecnologias em salas de aula tem sido o grande desafio e a grande dificuldade dos professores há alguns anos. A dificuldade está principalmente na formação e nos modelos de educação que nós, professores, tivemos durante nosso tempo de escola. Hoje está bem diferente. Se prestarmos atenção nas atuais escolas e salas de aula, muitas delas já possuem vários tipos de tecnologia disponíveis, porém isso não significa que tais recursos sejam utilizados adequadamente. A questão é: como fazer uso de uma metodologia eficiente com o uso das tecnologias?

Os professores precisam de formação e atualização tecnológica, o que pode fazer muita diferença no processo de ensino e aprendizagem, pois permite a utilização de diferentes recursos para o planejamento das aulas e também a adaptação e o controle destes recursos para as necessidades dos alunos, ampliando as possibilidades de aquisição dos conhecimentos que não encontramos nos livros didáticos.

Esta atualização tecnológica pode ser muito positiva no sentido de melhorar a relação professor x aluno, já que os estudantes têm grande habilidade e interesse em tudo aquilo que deriva da tecnologia, o que faz com que a aprendizagem seja muito mais colaborativa e menos autoritária. Além disso, o uso de tecnologia irá proporcionar mudanças comportamentais, onde alunos mais tímidos estarão mais propícios a dar sua opinião e contribuir em grupos de discussão, redes sociais, chats e grupos de estudos integrados a outras salas, aumentando as possibilidades de que o professor conheça melhor seus alunos, já que em outras situações jamais conheceria a opinião ou saberia o domínio de um determinado assunto pela classe.

É por isso que um planejamento de aulas com o uso de tecnologia é primordial. É preciso ter objetivos claros com relação à integração destes estudantes com outros alunos e salas de aulas. Também é necessário ter em mente quais são seus objetivos com o uso de tecnologias específicas. Se o professor não souber conduzir pesquisas e conteúdos buscados na internet, os alunos podem procurar assuntos irrelevantes, ou apenas copiar e colar informações, sem critério e sem confiabilidade. O professor deve saber destacar ainda a importância da verificação do conteúdo e fontes de pesquisa e referência, pois muita coisa pode não ser útil e até mesmo acabar resultando em constrangimento caso seja constatado que o conteúdo não é verídico.

A Educação mudou e o conhecimento centrado apenas no professor passou para o aprendizado em parceria com o aluno, adaptando o plano de aulas ao tempo de aprendizagem e à forma de estudar de cada estudante, desenvolvendo habilidades necessárias para a sua colocação futura no mercado de trabalho.

Educadores comprometidos não só com o conhecimento, mas também com o crescimento pessoal e profissional de seus alunos, saberão entender que o uso da tecnologia em sala de aula não está ligado somente a novas práticas de ensino, mas também diretamente ao crescimento do estudante.




NOVO PERFIL DO PROFESSOR!


https://www.google.com.br


O papel do professor diante das novas tecnologias na educação (MICHELL ZAPPA)

Apontar e solucionar problemas que ainda não existem é o trabalho diário do estrategista Michell Zappa, sueco que dirige a Envisioning Technology, uma consultoria multinacional especializada em apontar grandes tendências tecnológicas.  
Segundo ele, a educação é a área que mais tem sido impactada pelas transformações tecnológicas. E não é de hoje, pois foi a Revolução Industrial que deu início à massificação do conceito de um professor para muitos estudantes, fato que passou a gerar “fábricas” de alunos.
Assim, diante das atuais tecnologias disponíveis, o especialista acredita que o processo educacional tem de partir de vez para o aprendizado baseado em um modelo de “muitos para muitos”, fazendo com que o conhecimento dos próprios alunos seja o apoio da aprendizagem de outros estudantes.
Com o crescimento da oferta de cursos on-line, Zappa lembra que já temos plataformas educacionais nacionais e internacionais que oferecem toda a mobilidade e a autonomia dos recursos utilizados na educação a distância.

Acompanhe a entrevista!

Universo EAD – Na sua opinião, ainda há barreiras para a efetiva adoção da tecnologia como ferramenta de apoio no atual modelo educacional?
Michell Zappa – Sim. Infelizmente, a falta de conhecimento mantém os custos altos. Por sua vez, o custo alto deixa a tecnologia fora do alcance de quem mais precisa. E ter facilidade com a tecnologia requer o uso de múltiplos dispositivos no decorrer da sua vida, algo impossível considerando o elevado investimento necessário para se adquirir tecnologia no Brasil.
Universo EAD – Qual deverá ser o futuro do modelo educacional que conhecemos com o uso cada vez mais frequente de recursos tecnológicos?
Michell Zappa – Fundamentalmente, a educação passará a ser de aluno para aluno. Para isso, é fundamental criar plataformas que permitem quem conhece sobre um assunto ajudar alguém que precisa de apoio nessa área. Esse modelo já foi comprovado ser eficiente e poderá aliviar grande parte do trabalho do professor.
Universo EAD – Qual será o papel do educador do futuro?
Michell Zappa – Ao invés de deter o conhecimento, o educador do futuro será o guia que aponta assuntos e matérias que cada aluno deve aprender, o que ele deve ler e fazer. Cada vez mais, os assuntos fundamentais vêm sendo desmembrados e separados. Por isso, é preciso que o educador indique ao aluno o caminho certo, para que ele possa fazer o melhor com seus dons e capacidades. O ensino fundamental será radicalmente redefinido diante de um mundo em que tudo, absolutamente tudo, pode ser aprendido instantaneamente.
Universo EAD – A expansão das tecnologias móveis pode colaborar com a criação de novos processos pedagógicos?
Michell Zappa – Sim. Os videogames, por exemplo, permitem que crianças construam e simulem mundos virtuais onde elas são deuses. Aprender a interagir, planejar e construir em um simulador é infinitamente mais eficiente do que fazer o mesmo com papel e lápis.
Universo EAD – Na sua opinião, quais deverão ser os recursos tecnológicos mais utilizados na educação, em um futuro próximo? Há tendências mais evidentes, relacionadas às modalidades presencial e a distância?
Michell Zappa – Haverá mais conhecimento de telas de todos os tipos. Aprender os fundamentos de computação, comunicação, pesquisa e interação com tablets, por exemplo, será um enorme primeiro passo. Entender as regras que formam o meio é importantíssimo para educar pessoas que farão bom uso desse meio no futuro.
Essa matéria integra o Boletim Universo EAD – ano 9 nº 77.


Para Refletir!




Algo mais sobre o texto...

 

O texto é visto como um sistema de conexões entre vários elementos tais como: sons, palavras, enunciados, significações, participantes, contextos, ações, etc.;
O texto é construído numa orientação de multissistemas, ou seja,  envolve tanto aspectos linguísticos como não linguísticos no seu  processamento (imagem, música) e o texto se torna em geral multimodal;
O texto é um evento interativo e não se dá como um artefato monológico e solitário, sendo sempre um processo e uma coprodução (coautorias em vários níveis);
O texto compõe-se de elementos que são multifuncionais sob vários  aspectos, tais como: um som, uma palavra, uma significação, uma  instrução, etc. e deve ser processado com esta multifuncionalidade.

Marcuschi (2008: pág 80)


A importância da leitura em sala de aula para a fluência leitora


Ler por ler é atividade para se fazer na escola. Cada vez mais, professores têm valorizado as práticas de leitura em sala de aula. Atividades variadas favorecem a fluência leitora e a compreensão dos textos


Ler e reler em voz alta ajudam a melhorar a compreensão do texto

As atividades de leitura para fluência não se relacionam a atividades em que os alunos precisam decorar textos. A leitura deve ser a atividade central da proposta. A preparação da leitura dramática não deve direcionar esforços para confecção de cenários ou figurinos, pois corre-se o risco de envolver outros aspectos que não estão relacionados à leitura fluente. O ensaio é que deve ocupar lugar de destaque nessa atividade, uma vez que é necessário ensaiar várias vezes para que a apresentação atinja seu propósito. A intenção é garantir fluidez na leitura e não avaliar a capacidade do aluno de decorar com facilidade.
Também não se trata de dramatizações tão frequentemente utilizadas na escola. Dramatizar um texto não requer muita preparação anterior, pode ser feita com base em qualquer gênero e contar com improvisos. Parece assemelhar-se à encenação, mas o texto serve apenas como referência e não é lido nem decorado.
O trabalho com fluência leitora na escola deve ganhar um novo olhar por parte dos professores, visando promover momentos e atividades variadas a depender da turma, da experiência leitora e da faixa etária dos alunos. É preciso contar com propósitos claros e objetivos definidos em variadas séries/anos.
De modo geral, as atividades de leitura devem estar presentes em toda a escolaridade, começando com as turmas menores, com leituras diárias e conversas sobre as leituras, em que os alunos possam socializar suas interpretações e estabelecer relações com outras leituras. Com os maiores, os projetos e sequências didáticas de leitura aparecem com mais frequência, além da permanência da leitura diária feita compartilhadamente ou pelo professor.
Trabalhar fluência leitora na escola é o desafio proposto para ampliar a experiência dos alunos com os textos e colaborar na compreensão do que se lê, ajudando-os a interpretar e a argumentar a favor de seu ponto de vista. Trabalhar a argumentação é outro ponto que precisa ser ampliado nas escolas, mas isso deve ser tema para outro artigo.

Ler é prazeroso!

Autor: Mariele Parronchi


Bruno, Caio, Marcelo, Mariana, Matheus, Talita e Vinícius são estudantes do ensino médio. Todos possuem o hábito de ler... porque estão na época de se preparar para o vestibular. "Lemos os livros necessários para as provas de vestibular, mas são poucos. Preferimos os resumos ou até mesmo os filmes indicados. É mais fácil", falam. Ou seja: a leitura ainda está longe de ocupar um espaço mais nobre na vida dos jovens brasileiros.

As raízes dessa situação podem estar na colonização portuguesa, que não tinha como preocupação o desenvolvimento cultural das colônias. Tanto que, no Brasil, foi somente em meados de 1840 que surgiram as primeiras livrarias e bibliotecas.
A modernidade, porém, criou outros obstáculos. "Hoje em dia temos a Internet, que facilita muito as coisas. Um livro custa em média R$ 30 e na Internet posso achar o resumo de graça, além de ser mais fácil", opina Vinícius Giacon, de 18 anos.

A influência que a Internet provoca nos hábitos de leitura do adolescente é um tema que polemiza os debates sobre educação. A rede internacional de computadores foi o meio de comunicação que mais rapidamente se expandiu no mundo. As tecnologias de informação e comunicação na Internet disponibilizam o acervo de bibliotecas digitais e virtuais, expandindo os limites do ensino e pesquisa.

Os interesses de leitura sofrem influência da idade, sexo, grau de alfabetização, etnia, fatores socioeconômicos e disponibilidade de material. A influência da família, o comportamento dos professores e bibliotecários e os ambientes social, psicológico e educacional também concorrem para a formação de atitudes em relação à leitura.
Conforme Lia, a leitura deve ser prazerosa. "O emprego de obras literárias nas escolas deve ser de maneira cativante", fala. Segundo a educadora, as pessoas que lêem têm outra visão das situações. "Grande parte de nossa evolução depende diretamente do que ouvimos e principalmente do que aprendemos pelas leituras. Um livro, um texto, um jornal se constituem em meios para elevar-nos intelectual e espiritualmente", opina.

País é 7º no mercado de livros

O Brasil ocupa o sétimo lugar no mercado mundial de livros. O índice é de um livro por habitante - longe da relação norte-americana de dez livros por habitante.
Mariana de Almeida, 19, considera a cultura brasileira carente de leitura. "O adolescente considera a leitura das obras literárias como uma atividade penosa. Portanto, é papel fundamental da escola e da biblioteca reverter este pensamento e cativar o jovem a descobrir o significado da leitura", diz a estudante.




Ani Siro fala sobre reescrita de textos literários 


Especialista argentina explica como e por que reescrever textos é uma valiosa ferramenta para desenvolver o processo autoral dos alunos Em 2001, alunos da periferia de Buenos Aires foram desafiados a reescrever famosos contos infantis da perspectiva de um de seus personagens. Durante oito meses, eles elaboraram os textos, revisaram o material coletivamente e fizeram novas versões. 
A intenção era produzir uma antologia de relatos e socializá-la com a comunidade escolar. Ao trabalhar aspectos como a focalização (o ponto de vista do narrador) e a modalização (a voz narrativa), os professores foram surpreendidos com produções que traziam requintes de humor e outras características que deixaram claro como propostas como essa podem ser enriquecedoras. Cristian, 11 anos, por exemplo, deu início ao texto baseado em Chapeuzinho Vermelho da seguinte forma: "Desde aqui, no mais profundo do inferno, lhes fala o lobo". Guardadas as devidas proporções, o recurso engenhosamente utilizado por ele lembra a abertura de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839- 1908): "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas". A análise dessa experiência, apresentada no livro Narrar por Escrito do Ponto de Vista de um Personagem, é resultado do trabalho de mestrado de Ani Siro, psicopedagoga e mestre em Ciências com especialização em investigação educativa pelo Centro de Investigações e Estudos Avançados, no México. 
Em visita ao Brasil, durante a Semana da Educação de 2010, organizada pela Fundação Victor Civita (FVC), ela ministrou uma palestra sobre a pesquisa e, em entrevista à Nova Escola, conta como surgiu a ideia, as dificuldades e os resultados que mais a surpreenderam. 

Por que muitos estudantes não gostam de produzir textos? 
ANI SIRO: Não acredito que eles simplesmente não apreciem a tarefa. Na minha opinião, propostas ruins geram o desinteresse pela escrita. Muitas vezes, as crianças não se sentem motivadas devido à solicitação que recebem dos professores. Se há um bom convite, a tarefa tende a se tornar prazerosa e, quando alguém sente que algo representa um desafio, muito provavelmente toma aquilo como um compromisso pessoal. Sei que às vezes temos dificuldades em propor situações e temas suficientemente atraentes e de garantir que todos do grupo sejam mobilizados. Mas temos de seguir afinando a maneira de conceber esse compromisso. Estamos mais concentrados no que queremos ensinar do que em como incitar a moçada a se comprometer no processo. 

Qual foi seu foco ao estudar meios para ajudar os alunos a superar as dificuldades de produção de texto? 
ANI: A importância de levar o leitor em consideração, valorizando alguns aspectos do discurso que são centrais, como reconhecer o ponto de vista do autor, as vozes presentes no texto e a temporalidade. Além desses, também são fundamentais efeitos textuais de humor e ironia (eles, às vezes, definem se um leitor vai abandonar um livro ou não). Também elegi como válido o fato de a garotada perceber que nem todos os aspectos e as construções literárias são fortes para determinar que uma pessoa se mantenha firme na leitura. 

Como surgiu a ideia de propor a reescrita de histórias infantis em primeira pessoa, sob a perspectiva de um dos personagens? 
ANI: A grande inspiração foi o livro Que História É Essa?, que conheci no Brasil. A obra traz contos tradicionais contados com base no ponto de vista de um dos personagens. Achei criativa, desafiante, além de alinhada com a minha proposta de concentrar toda a energia conceitual na transformação do ponto de vista e na mudança da voz narrativa. Então, eu e Emília Ferreiro (psicolinguista argentina reconhecida por suas pesquisas sobre o processo de alfabetização, orientadora do trabalho de Ani e também autora do livro) começamos a conversar com os professores para dar forma ao trabalho e formular as etapas necessárias para colocá-lo em prática.

http://revistaescola.abril.com.br/producao-de-texto/
A relação do leitor com a hipertextualidade digital 

O desenvolvimento de sujeitos leitores é uma das grandes preocupações da educação. Os novos processos de leitura requeridas pelo uso das novas tecnologias são inovações na área de leitura. Fazer com que as atividades docentes estejam ligadas ao uso da tecnologia, sobretudo, da Internet, já tem sido preocupação de vários pesquisadores e professores. 
Com a popularização da tecnologia da informação e da comunicação, surgem novas relações com o saber, e nesse cenário está a prática educativa. Essas relações têm sido estudadas a partir de vários posicionamentos teóricos, cada um com sua contribuição, seja ela contrária ou favoravelmente ao novo processo comunicativo. 
Não se pode mais deixar de lado a necessidade de um novo olhar para a leitura, agora para a leitura hipertextual. Lévy (1993, p. 33) propõe os elementos que compõe o hipertexto: O hipertexto é constituído por nós (os elementos de informação, parágrafos, páginas, imagens, seqüências músicas etc.) e por links entre esses nós, referências, notas, ponteiros, “botões” indicando a passagem de um nó a outro. 
Percebe-se a riqueza da leitura hipertextual, a qual propicia ao leitor trilhar seu próprio caminho de leitura, utilizando-se dos recursos disponibilizados pelo hipertexto. O leitor/navegador torna-se um agente ativo desse processo de construção do seu universo de leitura. Ele interage com o meio. No ambiente digital, o leitor circula por diversos outros ambientes, trazendo à leitura dinamicidade e consequentemente à escrita também, prática que no livro fica limitada. 
Ressalta-se a maneira como o suporte pode possibilitar novas maneiras de ler. O texto impresso traz imbuído um hábito de leitura de início, meio e fim, enquanto que o hipertexto modifica a ordem fazendo do leitor o construtor de sua leitura. Entretanto, para isso, o leitor precisa desenvolver competências para que tenha fluência em sua leitura como também em sua estratégia de navegação. A escola como gestora do conhecimento não pode estar distante dessa realidade. É fundamental que incorpore a hipertextualidade digital ao seu universo didático.

http://anacristinapb.blogspot.com.br/2011/07/relacao-do-leitor-com-hipertextualidade.html

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O aprendizado dos alunos com as TICS

As chamadas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) ganharam o mundo em forma de tablets, celulares, notebook, smartphones etc. Mas antes de colocar tudo isso dentro do ambiente escolar é de extrema importância entender o projeto pedagógico da escola e o perfil dos alunos.

A neurociência comprova que cada um tem uma forma de aprender e reter conteúdos. É nesse ponto que a tecnologia pode ajudar (e muito) o desafio de educar. As experiências bem-sucedidas demonstram que simplesmente fazer o aluno escolher com qual tecnologia possui mais afinidade não é o ideal, mas sim garantir que ele tenha acesso a múltiplas visões de um mesmo tema.

Aprender a aprender


https://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI



Uso pedagógico do e-mail pedagógico do E-mail

O e-mail como instrumento de produção de texto e conteúdo

Digitando se produz textos

É óbvio que o e-mail, por sua característica fundamental como ferramenta de expressão escrita, possibilita que o professor da área de Linguagem possa usá-lo para propor aos seus alunos a produção de textos. Por outro lado, produzir textos é uma atividade presente em todas as disciplinas e, portanto, todas podem usar o e-mail como um expediente útil para se produzir e entregar textos.
Da mesma forma, aqueles trabalhos de pesquisa que normalmente resultam em pilhas de papel impresso, podem ser solicitados de forma mais “ecológica e sustentável” na forma de arquivos digitais. Dado que o e-mail aceita figuras anexas ao texto e que outros tipos de arquivos, como apresentações, imagens, planilhas, músicas e mesmo pequenos filmes, podem ser anexados ao e-mail, tem-se uma infinidade de possibilidades muito mais ricas para a produção desses trabalhos do que o velho expediente do “papel”. Por outro lado, é muito mais fácil receber e organizar esses trabalhos quando eles são entregues por e-mail e o professor se organiza para recebê-los.

Mergulhe de cabeça na leitura
Brasil, um país de leitores! Sonhar não custa nada.

Autoria: Altair Oliveira da Fonseca,  Rio Claro RJ
Colaborador do site http://www.jornaljovem.com/